Mostrar mensagens com a etiqueta Teatro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Teatro. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Um dia da treta

Viajando pelas notícias que marcam o dia de hoje, fácil, fácil é concluir que Portugal está cada vez mais próximo de uma república da Treta: no desporto, na política ou na justiça, a treta domina e acontecem coisas sem sentido.
E, logo agora que a tua "especialidade" cuida deste país, é que tu, António, nos abandonas?

Não faz sentido.
Independentemente do que para além dela aconteça, porque suprema solidão, a morte nunca faz sentido
!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Convite





para experimentar.



domingo, 9 de agosto de 2009

Última sessão.

Raul Solnado saíu ontem da grande cena que é a Vida.

Os palcos, as Artes e Cultura Portuguesas ficam mais pobres.

Nós, portugueses, ficamos especialmente (ainda) mais tristes.



E, se - como afirma nesta peça - "não subiu até ao céu", acredito que este Homem deve lá estar bem pertinho... Merece-o!

Como é bom revê-lo.


sexta-feira, 27 de março de 2009

Mais uma cena

Um dos últimos berlindes lançados pelo presidente da Câmara Municipal de Peniche para a "covidinha" eleitoralista da CDU - notícia do jornal Correio Popular do passado dia 20 - tem a ver com Teatro.
Na linguagem dos putos, esta notícia é um autêntico "abafador": vale uma mão cheia de ...
E aqui é que a questão se levanta:
cheia de quê ?
Fazer noticiar, com pompa e circunstância, que "a história dos Amigos de Peniche pode tornar-se num projecto de teatro" é música para os penicheiros - até para os menos cientes de cultura. Toda a gente gosta de ver o (bom) protagonismo da sua terra. E o Tó-Zé sabe disso - ou não seja ele um homem ligado à produção de imagem antes de ser António José Correia - O Presidente da Câmara.
Por isso, é que esta disponibilidade da Câmara Municipal, pode ser mais uma mão cheia de
nada, tal como têm sido as outras dezenas de protocolos, disponibilidades, conferências etc. e tal, realizadas (de boa fé, acredito) mas que, no fundo, no fundo ... deixaram pouca coisa de substancial nas respectivas áreas, restando o protagonismo, claro !
E por falar em protagonismos, deixo uma dúvida: qual terá sido a personagem que o senhor presidente terá escolhido (numa confidência ao Carlos Avilez) para representar na teatralização da história dos Amigos de Peniche ? Filipe II de Espanha, o general inglês John Norris ou D. António Prior do Crato (que - segundo reza na História e na Lenda de Mariano Calado - " mercê de mil e uma habilidades diplomáticas, conseguiu que Isabel Tudor, rainha de Inglaterra, pusesse à sua disposição uma armada de cerca de 20.000 homens...") ? Quem, quem ?
Mas há outras peças em exibição. As pancadas de Molière já se ouvem ... vamos entrar em cena. Só falta mesmo é desejar boa sorte, que em teatro é exigido dizer-se: MERDA !