terça-feira, 30 de junho de 2015

segunda-feira, 29 de junho de 2015

O €uro já está a arder

... e a isto, Cavaco Silva - presidente da República Portuguesa - disse:

"A zona do euro são 19 países, eu espero que a Grécia não saia, mas se sair ficam 18 países. Quanto a isso eu não tenho dúvidas, mas é bom não especular".
"Agora existem países que querem aderir à zona do euro. Ainda há pouco tempo, os países bálticos fizeram tudo para integrar a zona do euro e estão muito satisfeitos".

sábado, 27 de junho de 2015

sexta-feira, 26 de junho de 2015

terça-feira, 23 de junho de 2015

S.João penicheiro

Ao colher os alhos porros 
prá noite de S. João,
Perdi-me pelo pôr~do~sol
entre a Velha e o Farilhão

sábado, 20 de junho de 2015

Morrer antes da morte

Hoje, quase sem dar por isso, lembrei que passaram nove anos sobre o dia em que perdi todos os medos: do escuro, da solidão, das pessoas, da doença(…), de ser esquecido, da vida e (até) da morte. 
Hoje, quase sem dar por isso, lembrei que o meu maior temor é deixar-me anular. De perceber que não sou eu mesmo, de atrofiar cá dentro. De perder as memórias, o raciocínio, o querer, os meus gostos - anulando vontades e repreendendo prazeres. De aceitar o inaceitável, de não dizer não, de caminhar em fila de pirilau, de parar de pensar ou de sonhar… 
Ora porra!
Hoje, quase sem dar por isso, passados nove anos sobre uma quase-morte-anunciada, percebi que afinal tenho medo de morrer continuando vivo! 

terça-feira, 16 de junho de 2015

segunda-feira, 15 de junho de 2015

domingo, 14 de junho de 2015

Domingo, dia de tomar banho e... ir aos Remédios!

Independentemente das questões relacionadas com a Fé, não conheço ninguém que resista ao desafio da contemplação interior a que nos convida a igreja do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios - situado aqui, a 10 metros do oceano Atlântico e talvez o templo mais ocidental do continente europeu.
Para nós, penicheiros naturais, adoptados ou simpatizantes, a relação com a "Senhora dos Remédios" nasce no dia em que a conhecemos e nunca mais acaba. E, por muito que dela nos afastemos - em tempo, quilómetros ou oração - o momento do reencontro é sempre como se nos tivéssemos visto no dia anterior: é de Amigo!
Pois bem, o meu post de hoje é, ao mesmo tempo, um convite e uma reflexão. 
Convido-vos a visitar a igreja de Nª Sª dos Remédios e, apartando aquela devoção natural que nos agarra de imediato, por momentos, a olhar para seu estado físico, principalmente tectos e paredes.
E então? Será que esta referência-mor de Peniche, monumento religioso historicamente dos  mais importantes da região, "imóvel de interesse público", não deveria merecer mais atenções e cuidados de todos nós: senhores do clero, da nobreza, da burguesia e do povo desta terra?
 

sábado, 13 de junho de 2015

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Viva o Santo António

Vinte anos depois e com uma dedicatória especial (minuto 8,21) àquele grupo de amigos que todos devemos ter para sermos bons portugueses...

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Razões fundadas

... tenho eu para não (continuar a) considerar que este senhor alguma vez tenha merecido ser meu contemporâneo e, pior do que isso, vá escapar ileso à responsabilização de ter sido um dos maiores coveiros do legado de Abril/74, consolidado em 25 de Novembro de 1975.


quarta-feira, 10 de junho de 2015

terça-feira, 9 de junho de 2015

A pu(e)ta


"Enquanto a chamavam de puta, vadia, louca e outros tantos adjetivos depreciativos, ela aprendia a viver.
Aprendia que por amar demais jamais seria totalmente livre.
Descobria a superioridade dos animais sobre os seres humanos.
Compreendia que a religião jamais a salvaria.
Reconhecia em si uma capacidade imensurável para negar o cinismo humano.
Identificava-se cada vez mais com a poesia; não com a poesia romântica e subjetiva, mas com a poesia das falsas aparências, da solidão, do preconceito, da inveja, do sensacionalismo, do desprezo, do egoísmo, da indiferença, da covardia, do crime e da impunidade; a poesia da vida em todas as suas dimensões." 
                                                          (Teresa Du'Zai)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Adeus ó vai-t'embora

Por mim só devia regressar quando eu mandasse ... quanto ao resto é só esperar uns dias. Aposto que a Nelinha vai aparecer com um programa de meditação e transcendências da política nacional numa das (já) grandes cadeias televisivas concorrentes à RTP

domingo, 7 de junho de 2015

Indignação, só?

Sobre o processo do Hospital de Peniche - que motivou, ontem à noite, mais uma manifestação colectiva pelas ruas da cidade - depois de ter ouvido o presidente da câmara municipal referir as sucessivas recusas do ministro da Saúde em conceder audiência aos orgãos autárquicos do concelho, urge perguntar:
- A ser verdadeira a tão proclamada solidariedade, neste processo, entre os três partidos que compõem os diversos orgãos autárquicos penichenses, como é possível que, cada um per si, não exerça a sua influência junto dos seus pares junto da Assembleia da República e, no caso do PSD, junto também do Governo, exigindo a consideração que Peniche e os penicheiros têm direito?
Que poder acha que tem esse senhor ministro, NOMEADO sabe-se lá por que razões (...), para se negar a uma simples reunião de trabalho com os representantes ELEITOS de um concelho cuja população reclama apenas o direito à Saúde consagrado na constituição?
Que consideração, afinal, merecem os políticos penichenses junto das sedes dos seus partidos? 
Será que o processo do Hospital de Peniche mereceria melhor sorte se os nossos autarcas fizessem lobbing junto da Ordem dos Médicos, da Associação Nacional de Farmácias, dos Grupos AMIL, Espírito Santo, Mello e outros donos disto tudo?
Se calhar andamos a acender tochas nos locais errados...


sábado, 6 de junho de 2015

sexta-feira, 5 de junho de 2015

O leão das estrelas

JURO que não tencionava contribuir para o processo de entronização alienatória do cidadão Jorge Fernando Pinheiro de Jesus, iniciado no último 17 de Maio e que, desde ontem, tem merecido destacado desenvolvimento em tudo quanto é palco opinativo:
Primeiro, porque sou sou absolutamente contra o eudeusamento de quem quer que seja;
Segundo, porque, apesar de considerar JJ como o melhor técnico-táctico-treinador português de futebol, não lhe reconheço as restantes qualidades necessárias à híper-elevação da sua estatura humana no meio desportivo/cultural (futebol é cultura, não é?) a que pertence;
Terceiro, porque quem treina o SLBenfica corre sempre o risco de ganhar – títulos, taças, comissões, importância, grandes ordenados, indemnizações chorudas, etc. - portanto, se o senhor Jorge Fernando ganhou o que ganhou, não fez mais do que deixar cumprir o Destino. Pena foi não ter o forçado em títulos europeus…
Quarto (e último), porque considero importante a mudança de quem interfere nas organizações como o futebol, sejam eles presidentes, treinadores ou moscas…
Dito isto, afinal porque é que peguei no assunto?

Por causa da forma rídicula como o SportingCP justifica o despedimento cobarde do treinador Marco Silva: não ter usado o fato oficial no jogo contra o Vizela para a Taça de Portugal…
Foi aqui que eu, quebrei a jura feita e me lembrei de avisar os meus (muitos) amigos sportinguistas, ainda mal refeitos da surpreendente(?) entrada fabulosa de dinheiro nos cofres de Alvalade e a contas com a (im)possível convivência entre dois dos maiores SUPER-egos (vaidosos de merda como se diz na minha rua) mediáticos nacionais:
- Será que, quando JJ quiser usar as suas preferências, como os "boxes calvi-claine”, os soquetes branquinhos da “ribóque” e a "tichârt da huguebóce”, em vez da marca registada no RDM sportenguista, pode vir a ser despedido por Bruno de Carvalho, mesmo que tenha ganho a Champions?
Pensem nisto, amigos.
 E, dele, façam bom proveito!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Bivó Irene



Quando o tempo se faz lembrar


trazendo dores, queixas e ais,


Valha-me o riso de uma criança:


engulo o tempo, não choro mais!



quarta-feira, 3 de junho de 2015

Com fra(n)queza


Sobre esta tentativa pedagógica(?) de levar as crianças a perceberem a PSP (ou, talvez, ao contrário) ontem publiquei um "sentimento facebookiano" que dizia assim:

"Não sei onde mora a hipocrisia...
Se n
a cabeça de quem planeou isto, na de quem permitiu, na de quem executou ou - e porque não (?) - nos comentaristas que vão surgindo nas partilhas (onde, naturalmente, eu me incluo)."



É claro que as reacções de todos os comentadores foram no sentido contrário à bondade da iniciativa.
No entanto, até agora, ainda não consegui resistir a perguntar-me qual a razão que nos levou a tamanha solidariedade crítica enquanto aceitamos(...) a impunidade da violência gratuita que diariamente "cola" as nossas crianças às TV's, às playstations e aos novos artefactos da diversão via internet.
Pois é: às vezes há razões que a própria Razão desconhece!

terça-feira, 2 de junho de 2015

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Amanhã fico triste, hoje não.


"Amanhã fico triste,
  Amanhã.
  Hoje não. 
  Hoje fico alegre.

E todos os dias,
por mais amargos que sejam,
Eu digo:
Amanhã fico triste,
Hoje não.
Para hoje e todos os outros dias!!!"