quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Peniche e as manias que alguns (ainda) têm.

"Aleluia, aleluia!
Esperemos agora que o respeito devido à História não seja exacerbado a ponto de criar obstáculos. nomeadamente políticos, a uma das realizações mais importantes para Peniche, que podem transformar uma visita/estadia em (muito) mais qualquer coisa que a célebre "volta dos tristes."

Tal como ontem adivinhava neste meu comentário facebookiano sobre esta aposta do governo em transformar a Fortaleza de Peniche em "activo económico", aí estão aquilo que poderão ser as "más notícias".
Não por virem (naturalmente) de quem vêm, mas por aparentarem condenáveis sentimentos de posse:
- a História de Portugal (onde, justamente, se enquadra tudo quanto se passou na Prisão/Fortaleza de Peniche) não pertence a ninguém em particular - é nossa, dos Portugueses;
- a Fortaleza de Peniche não é propriedade do PCP, nem do seu "fiel" depositário autárquico penicheiro, e muito menos dos seus tentaculares institutos. É património nacional, dos Portugueses.
Sem necessidade de referendar os Penicheiros sobre a importância do que está em jogo, será importante que não se criem cenários perigosos à intenção do Estado em concessionar a exploração da nossa Fortaleza, sob pena de a vermos ruir ano após ano, até ao dia em que apenas reste de pé uma única ala: a dos que lutaram pela LIBERDADE de todos os portugueses, não apenas a de alguns...

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

sábado, 24 de setembro de 2016

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Pergunta do primeiro dia de Outono

Se me refrescas no calor da manhã e me aqueces no frio da tarde, 
porque me entristeces devagar... no silêncio, sem fazer alarde?



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A moeda do cabaço

Nos meus tempos de "adolescente inconsciente", era comum ouvir-se dizer que a virgindade feminina era um atributo quase indispensável para o casamento, sendo correntes as expressões "ter os três vinténs" ou "não ter os três vinténs" consoante o estado da menina, ou, pior ainda, se a virgindade lhe era oferecida, o felizardo cantaria "já lhe tirei os três vinténs"!
Até hoje, confesso, nunca percebi qual era a origem dessas expressões. Porém, um destes dias, o mundo blogueiro surpreendeu-me com a explicação que aqui deixo
É claro que estas expressões, à luz da igualdade dos sexos, eram altamente pejorativas, revelando os resquícios da mulher-objecto fruto da cultura então prevalecente na sociedade portuguesa com o alto patrocínio do Estado e da Igreja dessa época.
Hoje, felizmente, vivem-se outros tempos, em que as mulheres alcançaram um elevado grau de emancipação e gerem a sua virgindade como muito bem lhes apraz.
Por isso, será natural que, agora, os três vinténs tenham apenas interesse numismático, deixando a utilização da expressão para além disso ao léxico dos idiotas (sem três dedos de testa...).


domingo, 11 de setembro de 2016

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Sonno qua, Freud

- Porque será que, por esta madrugada afora, depois de ter assistido (na SIC) à entrevista do meretíssimo Carlos Alexandre, sonhei com uma série que nos "colou" à televisão... pr'aí há uns 25 anos?

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Penicheiradas






"A liberdade da indiferença é o grau mais baixo da Liberdade"


(Gabriel Marcel/
Descartes)

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ódios de estimação


A coreógrafa Pina Bausch disse um dia que a “dança era antes da palavra e como tal a palavra não poderia reproduzir seu trabalho”. Conceito respeitável, mas de difícil concordância, especialmente para quem , como eu, prefere a palavra como ferramenta de expressão.
Assim ficaríamos se não surgisse o excelente vídeo que hoje publico; onde, de forma irrepreensível (de dicção e gestos), nos é mostrado o resultado de uma coreografia montada sobre a recitação de um texto em volta de um ódio à dança.
Concordamos?


sábado, 3 de setembro de 2016

A ínclita geração


"Mas, pera defensão dos Lusitanos,
Deixou, quem o levou, quem governasse
E aumentasse a terra mais que dantes:
Ínclita geração, altos Infantes."
 "Os Lusíadas" (Canto IV, estância 50):