sábado, 31 de julho de 2010

Mundo cão




Amor com amor se paga.

E, como dizem, é sempre bom ter um animal em casa

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Um dia da treta

Viajando pelas notícias que marcam o dia de hoje, fácil, fácil é concluir que Portugal está cada vez mais próximo de uma república da Treta: no desporto, na política ou na justiça, a treta domina e acontecem coisas sem sentido.
E, logo agora que a tua "especialidade" cuida deste país, é que tu, António, nos abandonas?

Não faz sentido.
Independentemente do que para além dela aconteça, porque suprema solidão, a morte nunca faz sentido
!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Flagrantes

De vez em quando há acontecimentos que justificam as "candidaturas" menos honrosas de Peniche a capital de.
As notícias de hoje, voltam a colocar a nossa terra na rota do crime económico.
Este tipo de recorrências, tão do nosso descontentamento, podem (e devem) explicar muita da sustentabilidade da economia subterrânea que alimenta os vícios de identificáveis minorias de parasitas sociais que, sistematicamente, ludibriam e perturbam a hospitaleira e paciente sociedade penichense.
Siga a música! (com Cecilia Bartoli)

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Não é para rir

Finalmente, o caso Freeport foi dado por concluído.
Justiça feita, para a história fica mais uma "pérola" da investigação portuguesa.

terça-feira, 27 de julho de 2010

O diplomata chorinhas

Uma das imagens do 25 de Abril de 1974 que eu retenho, apesar de nunca a ter visto, ficou para a história da revolução dos cravos, contada por um oficial militar revolucionário: "... Salgueiro Maia entra no quartel do Carmo exigindo falar com Marcello Caetano. Numa antecâmara, Rui Patrício chora como uma criança".
Para mim, esta cena foi das que melhor simbolizou a queda da ditadura. Porque só uma razão podia ter levado aquele tipo de actor do regime a chorar: a raiva.
Curiosamente, numa das minhas habituais visitas à tabanca grande encontrei um excelente artigo de Mário Beja Santos sobre Rui Patrício (o tal choramingas) e o livro onde resolveu contar à jornalista Leonor Xavier a sua versão de uma vida inteira, como, por exemplo:

“A Guiné era uma província pequena, que os movimentos de libertação, a que chamávamos terroristas, cercavam e atacavam através do Senegal e da Guiné Conacri.

“Trata-se de um assunto que ficou sempre mal esclarecido e muito controverso... Há hoje livros publicados sobre o assunto. Li neles que teria sido uma operação realizada pelos comandos portugueses chefiados pelo Alpoim Calvão”. (sobre a invasão da Guiné-Conacry)

A guerra tinha atingido patamares muito difíceis e, portanto, era possível que tivesse de ser encarada uma solução diferente na Guiné”. (sobre o encontro realizado em Londres -Março/74 - entre a diplomacia portuguesa e o PAIGC)

“Nunca ouvi dizer isso, e o facto de até admitir esse contacto com o PAIGC seria porque preferia evitar precisamente qualquer coisa que fosse uma derrota militar”.(sobre Marcello Caetano e uma derrota militar na Guiné)

E então, passados 36 anos, acham os meus amigos que o choro era de quê?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Naturalmente!

Não sei se foi o calor ou se por causa de uma viagem a Tondela (sede natural da família Coimbras, criadores da Beirafrio - empresa que operou em Peniche).
O que é certo é que, apesar do verão não ser a estação mais nostálgica do ano, hoje emocionei-me
com esta (re)visão tragico-marítima:


domingo, 25 de julho de 2010

Como o tempo passa "gosse, gosse"

Há 36 anos, (sobre)viver era muito complicado: era como ter pesadelos acordado.
Há trinta e seis anos, comemorar os meus vinte e dois, doeu. Doeu muito.


Por isso fez-se a festa:

- Comeu-se e bebeu-se, cantou-se e bebeu-se, bailou-se e bebeu-se, bebeu-se e bebeu-se...
Há 36 anos, comemorar 22 continuou a doer. E, ressacado: como doeu a cabeça, o estômago, as pernas e sei lá o que mais!

(*) gosse : depressa (vocábulo Fula/Guiné)

sábado, 24 de julho de 2010

O Costa de Alvalade

A acreditar no jornal Expresso deste sábado, deduzo que Costinha leu a minha postagem de ontem, entreabriu a porta do armário e soltou o jorgenunopintodacosta que havia nele.

Ainda bem que assim fez. O circo de Alvalade estava orfão de palhaços desde a saída do Sá Boxe e a corte do futebol português precisa de renovar os seus bobos.



Mas, pelo sim pelo não: volta emplastro, estás perdoado!!!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Uma tricha à solta

Desde que o "solta o/a ....... que há em ti" passou a ser aconselhado como solução para muitas das frustações do Homem vítima de desejos reprimidos, a Sociedade tem assistido ao aparecimento de poetas, cantores, bloggers, pintores e incontáveis opções comportamentais.

É claro, que nem todas as decisões são emocionalmente fáceis, nem bem aceites pelos espiritos mais (des)conservadores.

Hoje, deixo aqui ficar um desses casos exemplares de uma "abertura de porta de armário" que, apesar de tão fácil opção individual como aparenta ter sido, ainda custa muito a tolerar - e não é, seguramente, pela escolha feita.
O exagero da bicha é que a lixa!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Maquiavel tinha razão


"Apesar de PSD, PS e CDS estarem de acordo em suspender autarcas condenados e impedi-los de se recandidatarem..." - o DN continua a notícia e confirma a minha teoria de que a crise, a verdadeira crise é política. (ética, moralidade, justiça).
"A política deve preocupar-se com as coisas como são, em toda sua crueza, e não com as coisas como deveriam ser, com todo o moralismo que lhe é subjacente": Maquiavel tinha razão!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Alongament(e)os

Todos sabemos que não é recomendável passar muitas horas na frente do computador sem espairecer ou relaxar um pouco dos desgastes físico e mental cusados pelo excesso.
Para amenizar essa descompensação é recomendável interromper a jornada informática e, agora que a época convida, dar um salto à praia , mergulhar na água fria do mar e sentar numa esplanada com uma "loira" - simples ou "apanachézada" - até que os tremoços acabem.
Se não resultar, tem sempre esta solução oficialmente recomendada: