Mostrar mensagens com a etiqueta Matemática. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Matemática. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Poematemático

Às folhas tantas do livro matemático um Quociente apaixonou-se um dia
doidamente por uma Incógnita.
Olhou-a com seu olhar inumerável e viu-a do ápice à base uma figura ímpar;
olhos rombóides, boca trapezóide, corpo rectangular, seios esferóides.
Fez de sua uma vida paralela à dela até que se encontraram no infinito.
"Quem és tu?", indagou ele em ânsia radical.
"Sou a soma do quadrado dos catetos. Mas pode me chamar de Hipotenusa."
E de falarem descobriram que eram (o que em aritmética corresponde
a almas irmãs) primos entre si.
E assim se amaram ao quadrado da velocidade da luz numa sexta potenciação
traçando ao sabor do momento e da paixão rectas, curvas, círculos e linhas sinoidais nos jardins da quarta dimensão.
Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclidianas e os exegetas do Finito.
Romperam convenções newtonianas e pitagóricas.
E enfim resolveram se casar constituir um lar, mais que um lar, um perpendicular.
Convidaram para padrinhos o Poliedro e a Bissetriz.
Fizeram planos, equações e diagramas para o futuro sonhando com uma felicidade
integral e diferencial.
E se casaram e tiveram uma secante e três cones muito engraçadinhos.
E foram felizes até aquele dia em que tudo vira afinal monotonia.
Foi então que surgiu o Máximo Divisor Comum frequentador de círculos concêntricos, viciosos.
Ofereceu-lhe, a ela, uma grandeza absoluta e reduziu-a a um denominador comum.
Ele, Quociente, percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade.
Era o triângulo, tanto chamado amoroso.
Desse problema ela era uma fracção, a mais ordinária.
Mas foi então que Einstein descobriu a Relatividade e tudo que era espúrio passou a ser moralidade como aliás em qualquer sociedade.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Coisas da matemática

O cálculo que proponho hoje (sem antecipar as respostas) pode fazer-se de cabeça, ou com auxílio de papel e lápis ou de calculadora. Vamos lá:
  1. escolhe - entre 1 e 9 - o número preferido;
  2. multiplica-o por 3;
  3. soma 3 ao resultado;
  4. multiplica o resultado por 3;
  5. soma os dígitos do resultado.
Dessa soma resulta o número que corresponde ao teu "exemplo de vida" . Então confere:

  1. Albert Einstein
  2. Nelson Mandela
  3. Fernando Pessoa
  4. Eva Péron
  5. Mahatma Gandhi
  6. Joana D'Arc
  7. João Paulo II
  8. Helen Keller
  9. José Sócrates
  10. Madre Teresa de Calcutá

Surpresa? Pois, e matemática é uma ciência exacta não é ?
Então procura justificar-te a ti mesmo. Para mim não é preciso, eu sou um túmulo ...
PS: Pára de escolher outros números e admite o óbvio!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Sexo e Matemática - Infalível !!!

Não demora mais de um minuto.
Faz os cálculos conforme vais lendo o texto...

Não leias o final até que não acabes os cálculos.

1. Quantas vezes por semana te apetece fazer amor? (deve ser um número maior que 0 e menor que 10)

2. Multiplica este número por 2

3. Soma 5

4. Multiplica o resultado por 50

5. Se fizeste anos em 2008 soma 1758. Se ainda não fizeste anos soma 1757.

6. Agora subtrai o ano em que nasceste (número de quatro dígitos).

O resultado é um número de três dígitos:

O primeiro dígito é o número de vezes que te apetece fazer amor por semana.

Os dois números seguintes são… A TUA IDADE !!!

Só resulta em 2008, mas bate sempre certo!
Mesmo para mentiroso(a)s...