Descalça andou pelo palco, Buika mostrando o seu canto, recuperando alguns dos seus temas preferidos do público e apresentando o seu novo album (Vivir sin Miedo) mas, como sempre, abordando ritmos e sonoridades tão dispares como o flamengo, o jazz ou reggae de uma forma única. Mais uma noite de Coliseu Inesquecível.
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sábado, 13 de fevereiro de 2016
domingo, 8 de novembro de 2015
A noite em que fiz as pazes com Rui Manuel Gaudêncio
Só pra te dizer, Rui, que anteontem estive na Arena da celebração dos teus 35 anos de carreira e que, com muito agrado te ouvi cantar durante três horas seguidas, mesmo quando (justamente) "derivaste" por B.B.King ou Carlos Santana.
Tão pujante, honesto e sóbrio que te perdoeei os maus encontros que tivémos no Rock in Rio de Lisboa e na festa de Nª Sª da Boa Viagem em Peniche.
O prometido foi devido. Obrigado, Rui. Assim nunca mais me vou esquecer de ti!
Tão pujante, honesto e sóbrio que te perdoeei os maus encontros que tivémos no Rock in Rio de Lisboa e na festa de Nª Sª da Boa Viagem em Peniche.
O prometido foi devido. Obrigado, Rui. Assim nunca mais me vou esquecer de ti!
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
Mi niña Buika, pois claro !
... e como não cantas tão bem !
sábado, 8 de novembro de 2014
Saturday night fado
Na solidão a esperar-te
Meu amor fora da lei
Mordi meus lábios sem beijos
Tive ciúmes, chorei
Despedi-me do teu corpo
E por orgulho fugi
Andei dum corpo a outro corpo
Só p'ra me esquecer de ti
Embriaguei-me, cantei
E busquei estrelas na lama
Naufraguei meu coração
Nas ondas loucas da cama
Ai abraços frios de raiva
Ai beijos de nojo e fome
Ai nomes que murmurei
Com a febre do teu nome
De madrugada sem sono
Sem luz, nem amor, nem lei
Mordi os brancos lençóis
Tive saudades, chorei
Meu amor fora da lei
Mordi meus lábios sem beijos
Tive ciúmes, chorei
Despedi-me do teu corpo
E por orgulho fugi
Andei dum corpo a outro corpo
Só p'ra me esquecer de ti
Embriaguei-me, cantei
E busquei estrelas na lama
Naufraguei meu coração
Nas ondas loucas da cama
Ai abraços frios de raiva
Ai beijos de nojo e fome
Ai nomes que murmurei
Com a febre do teu nome
De madrugada sem sono
Sem luz, nem amor, nem lei
Mordi os brancos lençóis
Tive saudades, chorei
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Demorei 50 anos, mas sou fã dos Rolling Stones!
Exceptuando “Angie, Miss You, Wild Horses e Satisfaction” eram,
confesso, dos mais de 450 temas que (descobri agora) compõem
a discografia dos Rolling Stones, a motivação relativa que me fizeram ontem visitante do Rock in Rio em Lisboa. E digo relativa porque, para mim, os Stones nunca foram
a banda – aquela que a gente sempre
escolheria se ligássemos para o “quando o telefone toca” do Matos Maia ou que
comprassemos um single quando aquele tio-porreiro nos desse as broas da Páscoa.
Se a toda esta preparação
psicológica juntarmos o desconforto de oito horas em pé no meio de 90.000(?)
pessoas, a desinteressante (e vergonhosamente desinteressada) actuação de Rui
Veloso, as músicas-a-papel-químico dos
Xutos & Pontapés e o arrefecimento nocturno que a música (excelente, mas em ambientes
diferentes) de Gary Clark Jr não contrariou, a noite "prometia"…
Mas, felizmente, a vida tem
destas coisas inesperadas e boas: enganei-me!
Afinal, os Rolling Stones – os dinossauros do rock’n’roll - trocaram-me as voltas e deram-nos uma tamanha lição
de profissionalismo que nunca mais vou esquecer ao ver aqueles septuagenários
actuarem (quase) como há 40 ou 50 anos atrás, com o baterista Watts a martelar
tambores em regime de energia auto-renovável, com as guitarras de K.Richards sempre em
grande plano e (cereja no topo do bolo) a entrega de sir Mick Jagger que durante duas
horas não parou de correr, de cantar e de animar a malta.
Em grande. E que grande aposta de vida.
A terceira idade já não é o que era e depois de hoje ter ficado fã destes Rolling Stones passei a dar razão a uma senhora de quem muito gosto: “ a velhice é, primeiro, um estado de alma!”
Afinal, os Rolling Stones – os dinossauros do rock’n’roll - trocaram-me as voltas e deram-nos uma tamanha lição
de profissionalismo que nunca mais vou esquecer ao ver aqueles septuagenários
actuarem (quase) como há 40 ou 50 anos atrás, com o baterista Watts a martelar
tambores em regime de energia auto-renovável, com as guitarras de K.Richards sempre em
grande plano e (cereja no topo do bolo) a entrega de sir Mick Jagger que durante duas
horas não parou de correr, de cantar e de animar a malta.Em grande. E que grande aposta de vida.
A terceira idade já não é o que era e depois de hoje ter ficado fã destes Rolling Stones passei a dar razão a uma senhora de quem muito gosto: “ a velhice é, primeiro, um estado de alma!”
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
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