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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

(re)Clicar para não esquecer

Quarenta e cinco anos depois, cada vez me convenço mais de que, não fora o 25 de Novembro de 1975, e a Democracia conquistada em 25 de Abril de 1974 jamais seria o que é hoje - com todos os seus defeitos e incongruências.
Por isso, seria bom que atentássemos às mensagens e mensageiros do revanchismo salazarento que, todos os dias, aproveitando a liberdade que tanto contestam, nos cheg@m por todas as formas comunicativas.


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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Venham mais

Amanheci com "O que faz falta" do Zeca Afonso, tocado numa estação de rádio em sua memória por hoje passar mais um ano sobre a sua morte.
E, claro, quando dedicamos atenção ao que ouvimos, entramos música adentro, mergulhamos naquele mar de acordes e poemas cheios de significância que nos envolvem prazerosamente e emocionam por uma mão cheia de razões pessoais que a ela nos ligam.
É isso mesmo que sinto quando ouço Zeca Afonso, a quem devo, indubitavelmente, 
nos finais dos anos sessenta, as minhas primeiras visitas ao mundo da oposição à ditadura salazarenta, depois continuadas pela convivência com as "outras mentalidades" dos penicheiros estudantes em Lisboa, pela frequência da Húmus e do CICARP.
É verdade que hoje, felizmente, a malta está avisada; porém a corja continua à janela, os (neo)fascistas voltam a conspirar...
Entretanto, o país continua a ir de carrinho: 
"Mas não se esqueçam do tacho    Que o papá vos garantiu     Ao fazer voto perpétuo       De ir prà puta que o pariu"


segunda-feira, 25 de abril de 2016

O 25 de Abril para tótós

Quarenta e dois anos passados, tenho para mim que a melhor forma de explicar o 25 de Abril de 1974  a quem, porventura, ainda não o percebeu e/ou quis perceber, é recordar as verdadeiras razões da sua ocorrência. 

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pandemia do absurdo

... é o que nos lembra este pequeno vídeo.
Um dia destes, Camus vai ter razão: "o absurdo exige a revolta".


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

A ressaca

Passados quarenta anos sobre Woodstock, ainda parece restarem dúvidas sobre se as verdadeiras consequências do movimento hippie passaram para além do "sex, drugs & rock & roll".
Na verdade, a ordem "make love, not war" ter-se-á realizado melhor na alteração dos padrões sexuais da época, do que própriamente no fim da(s) guerra(s).
Resta o mundo da música rock. E aí Woodstock mudou a história. Assim.