sábado, 7 de fevereiro de 2009

A FAVORITA


Pois é. "No melhor (?) pano cai a nódoa".
Desta vez caí nas garras da "telenovelo-dependência".
Mas, francamente, já não suporto o abuso dos truques publicitários que a SIC utiliza, enquanto nós "desesperamos" para saber se, no final da Favorita, quem mata e morre são os mesmos que a gente quer, ou se o "xico-esperto" do realizador nos vai trocar as voltas (de novo) como fez com os padrastos, os bastardos, os corruptos, as boazonas e até com o(a)s homossexuais desta história.
Por isso, resolvi o meu problema televisivo e o de cá da casa. Se quizerem, aproveitem dez minutos do fdsemana. Vão ver que, logo, dormem descansados...


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Dias terríveis ...



Hoje um, amanhã outro ...

E assim iremos, gemendo e chorando (pelos outros e por nós) até que a Crise deixe de justificar o estado depressivo em que (já) estamos vivendo, permitindo então que a Raiva volte a trazer-nos, apenas, uma vontade terrível de dar umas palmadas !!!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Megalomania ?

Numa conferência de imprensa realizada no passado dia 12, Gonçalves Sapinho - presidente da Câmara Municipal de Alcobaça - falou sozinho, assumindo plena responsabilidade pelas suas propostas. A novidade desta conferência de imprensa é a mudança, “de armas e bagagens” da Câmara Municipal para o Mosteiro, o que “seria a grande solução para a manutenção, para a circulação de pessoas e para a permanente animação da zona histórica” da cidade. A instalação da autarquia não iria, garante Sapinho, comprometer nem a arquitectura, nem o espírito ali existente, e o espaço ocupado pelos vários serviços estaria aberto a todos. (in:oesteonline)
Ora aqui está uma boa solução para a Fortaleza de Peniche. Uma vez que, tudo quanto se imaginou/projectou para aquele espaço, não tem passado, nem, seguramente, vai passar disso mesmo - restando apenas o aproveitamento precário de alguns espaços, nomeadamente, com museologia de fraca qualidade - centralizar na Fortaleza todos os serviços públicos relativos à sede do concelho e compatibilizar o respeito devido à sua história com outro tipo de intenções cívicas e culturais, parece-me uma ideia interessante, talvez megalómana, mas que poderia mudar a face deste monumento tão penichense e, ao mesmo tempo, tão arredado dos penicheiros.
Provávelmente
, a maior oposição virá de áreas ou movimentos para quem o passado há-de ser sempre o único modo de conjugar o futuro - como se assistiu com as críticas (inter-pares) a uma recente hipótese de viabilidade para a Fortaleza.
Possívelmente, esta ideia já terá sido lançada por um ou outro "insano" noutros terreiros.Não faz mal !
Na minha opinião, são cada vez mais questionáveis os resultados da pequenez das opções e estratégias seguidas por quem tem governado esta terra: de perto e de longe. Basta lembrar as zonas industriais do Abalo, da Prageira e Vale do Grou, o porto de pesca - com as suas sucessivas adaptações a classificações mais ou menos pomposas - o estádio de futebol, a futura marina e fosso das muralhas, o PDM, as REN's e as RAN's; enfim, se calhar, poder-se-ia ter ido mais além e mais exigente.
Por cá, essa visão sempre pecou por mediana (para ser generoso) exceptuando o Arqº Paulino Montez. Por isso, honra lhe seja feita. Então continuemos, mesmo correndo o risco de roçar a megalomania. Pode ser que, daqui a 10, 20 ou 30 anos, o pecado esteja expiado.
Amén !


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Sinais dos Tempos

Finalmente, a Igreja Católica parece querer abrir as suas portas às novas técnicas de marketing e publicidade.
Para já, aqui ficam as propostas dos criativos do Vaticano:
- São um pouco "déjà vue" mas, depois de dois séculos, não se pode exigir muito. E, como estão no lado Divino, têm perdão garantido. (Já eu, a partir de agora, não posso dizer o mesmo!)




domingo, 1 de fevereiro de 2009

Freeporc (2)



O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, escusou este sábado, a pronunciar-se sobre o caso Freeport, que classificou como um «assunto de Estado». ( Lusa )




“Se o Presidente acreditou em Dias Loureiro, porque é que não há-de acreditar no Sócrates ?” ( Gente-Expresso )