quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Fill up my cup

"No passado dia 11 de Setembro, a rede ABC convocou o grupo Black Eyed Peas para marcar, ao ar livre , em Chicago, o início da 24ª temporada do progama de Oprah Winfrey.

Nenhuma grande novidade até aí. Mas tudo muda ao saber da estratégia utilizada pela banda para tornar o evento inesquecível: redes sociais como Twitter e Facebook foram utilizados para convocar pessoas que adoram dançar para participar de uma apresentação especial, da qual nem mesmo a Oprah sabia que iria acontecer: um Flashmob com aproximadamente 20 mil pessoas!

Como na maioria dos Flashmobs, de início você enxerga apenas uma pessoa com cara e atitude irracional, dançando como louca no meio de pessoas quase que estáticas e, aos poucos você vê mais um, e mais dois, e mais dez E o local esta tomado por pessoas dançando uma coreografia muito bem ensaiada e sincronizada com a música.

Através do anuncio realizado nas redes sociais, cerca de 800 pessoas compareceram aos ensaios que contaram com apenas um produtor, um coreógrafo e vinte dançarinos profissionais Todos os outros eram pessoas comuns, mas todas fazendo diferença num evento que já está marcado como o maior Flashmob realizado até hoje!"
(Nasdaaq)

Tudo parece, apenas, dever-se a mais uma das virtudes das redes sociais.
Eu tenho um "feeling" de que se trata de uma demonstração da pujança e fascínio que o "black power" exerce (easy come) sobre a nova sociedade americana (easy go?).


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Como era ayer ?

Hoje, para não fugir à regra, tinha programado homenagear D. Amália.
E só não o faço, porque, entretanto, ouvi uma música de Nelly Furtado que me desviou do propósito do dia.
Nascida no Canadá, filha de emigrantes açoreanos, Nelly teve direito a ser, também, portuguesa.
Abençoada na beleza e na arte de compor e cantar nas três linguas mais $onora$ do continente americano, aí foi crescendo e ganhando lugar de honra no panorama musical.
Ora, se há coisa que os portugueses gostam, é de ter mais orgulho nos seus artistas que em si próprios. Por isso, não tem sido estranha a recepção que o seu último trabalho (Manos al Aire) - feito em espanhol para "conquistar a Europa" - tem merecido entre nós.
E, claro, como portuguesa actual, Nelly só podia entrar na Europa falando espanhol...
Mas, melhor que isso é a "excelência" da letra escolhida para a conquista.
Um verdadeiro hino à mulher... e à boa moda latina !


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Rio 2016

Como se não bastassem as praias, o samba, o futebol, a caipirinha, as mulheres e o créu, o Brasil vai ter Jogos Olímpicos no ano 2016.

Pois é, "o Brasil tá aí".
Venha de lá o resto para o povão, que os carnavais, só por si, não chegam !



domingo, 4 de outubro de 2009

Caça é caça (podem tirar a cedilha)

Não sei quem decreta estas coisas. Mas, marcar o dia da Abertura da Caça Geral para o dia em que celebra o Dia do Animal, é mais uma prova provada do "banana power" nacional.
Por isso, e como o senhor PR anda de beicinho, não me admirarei nada se, amanhã, o habitual discurso comemorativo do 99º aniversário da República Portuguesa, vier a ser feito pelo candidato-a-rei Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael de Bragança.

Aproveitando a senda da parvoíce do dia, aqui fica uma anedota de caça.

Geraldo era um adorador de caça e no final de semana foi para a margens do Tejo caçar. Ao nascer do dia, avistou um bando de patos selvagens e começou a disparar na sua direcção.
De repente, sentiu caír uma pessoa perto de si.
Apavorado disse-lhe:
- Por favor, eu não atirei em você, não faça isso comigo, levante-se daí por favor; ai meu deus, eu não atirei nele. Por favor levante-se homem !
De repente o homem levanta-se e diz:
- Olha aí caçador, caça é caça. Matou, tem de comer !!!

sábado, 3 de outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Questões de consciência


Contra a indiferença marchar, marchar !

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Dia mundial do que já lá vai

Confortávelmente sentado no último grito da moda sanitária, Marcelo tentava recordar os dias passados. Fazendo força, lamentava a terrivel falta de apetite que o impedia, sequer, de olhar para um prato de sopa e, pior, não permitia qualquer cheirinho a vinho à sua volta.
E, fazendo mais força, amaldiçoava a falta de vista que o não deixava fazer o totoloto nem perceber os filmes da televisão, como se não bastasse a surdez precoce motivada por um acidente na tropa.
Fazendo mais força ainda, injuriava as mulheres por, agora, já nada lhe despertarem.
As memórias sucumbiam à passagem dos minutos e Marcelo, enraivecido pelo apagão, fazia cada vez mais força sem que daí resultasse qualquer merda.
Então, desesperadamente empedernido, gastou a última réstea de forças e gritou - como nunca fizera nos seus oitenta e cinco anos de vida:
- Adeus mundo cruel !!!
Depois, puxou o autoclismo.