| Assim, dona Inércia? |
segunda-feira, 30 de junho de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Já vomito BPN
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Franklim - o secretário algodão!
Sinceramente, não percebo a aversão pública "das habituais minorias contestatárias" à nomeação do cidadão Franquelim Fernando Garcia Alves para secretário de Estado do empreendedorismo, competitividade e inovação.Por isso, deixem lá "el capo" fazer o que melhor sabe - este, pelo menos, já sabemos que veio para garantir a eficácia da continuidade do pomar - é como o algodão... não engana!
sábado, 29 de dezembro de 2012
Os Negócio di Banco Português
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Portugalex sed lex
Assim sendo (ou devendo ser) e como sei que, a classe política que ganha a vida a negociar a aplicabilidade da(s) LEI(s) por si feita(s), vai de férias, deixo-lhe aqui o desafio de, hoje, consultarem transversalmente (20 minutos chegam) a saga do Banco Português de Negócios: até pode ser só de há três anos a esta parte e até pode ser com o auxilio da (vossa) cartilha-jornal-expresso. (É claro que tudo isto não passa de um desabafo, porque nenhum dos putativos destinatários deste post passa ao Cerro. Mas, como presunção e água benta, cada um toma a que quer...)
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Mais areia ou será desta ?
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Medalhas
«A Câmara tem homenageado várias personalidades ao longo dos anos. Deci
dimos nesta cerimónia entregar as medalhas a um conjunto de personalidades e instituições que têm contribuído para o desporto e para a cidade, e Luís Figo foi igualmente reconhecido», disse António Costa, presidente da autarquia.(IOL-Diário)
Se esta medalha fosse para mim, aposto que a entregava à DECO para ajudar a recompensar os prejudicados com certa publicidade enganosa !
domingo, 9 de novembro de 2008
B..odo aos "P..obres" N..ovamente
"Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso.
Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa!" (Clara Ferreira Alves - "Expresso")
Por este caminho - excelentemente articulado por Clara F. ALves - o caso BPN estará condenado a vender jornais, tempos de antena partidária, a estéreis horas de discussão parlamentar, e mais umas não sei quantas "diversões" que, no final, apenas lhe servirão como cortina de fumo. Porque, quando chegar a hora de fazer funcionar a balança da Justiça, já não haverá crime nem culpáveis. Apenas defraudados ... nós - os contribuintes doimpostos que, provávelmente, irão ser utilizados para salvar a falência de uma empresa de negócios escuros.


