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sábado, 2 de maio de 2020

Ó Guedes, leva as mãos à cara e pensa!

Finda, há minutos, a entrevista/sic à ministra da Saúde, Marta Temido, apetece-me, apenas, lamentar duas coisas:
- Que Rodrigo Guedes Carvalho, de novo, não tenha conseguido fugir à linha editorial dos "ventiladores" instalados pelos pafianos e ressabiados que (como corajosamente insinua Rui Rio) equipam o universo Impresa;

- Que, pela evidente marcação política encomendada, inquisitória, atabalhoada de arrogância, Rodrigo Guedes Carvalho tenha deixado de ser o JORNALISTA que, a par de mais dois ou três, têm merecido a minha preferência de pivô televisivo;
Pois é, Rodrigo, vais para a gaveta onde já arquivei  Zézé Gomes Ferreira, Benardo Ferrão, Zé Rodrigues dos Santos e mais uns quantos. E, tal como escreveste no teu  livro Jogos de Raiva: "leva as mãos à cara e pensa: Como chegámos aqui?"

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Raridades


Obrigado, Diogo.
Sabemos que essa coisa do plágio nem sempre é o que parece & vice-versa. Mas, como tu mesmo admitiste, a tua Canção do Fim tem "cheirinhos" da(s) outra(s) denunciada(s) nas redes sociais.
As mesmas redes sociais onde este infeliz(...) episódio te servirá como promoção gratuita, transformando-o num êxito comercial.
Êxito merecido pela coragem de, em pouco tempo, assumires as consequências lógicas de um lapso, erro, inadvertência ou lá o que lhe queiras chamar - coisa rara em Portugal onde, quase sempre, a culpa morre solteira e os culpados mais cobertos de honrarias do que opróbios.
Por isso, principalmente por isso, Diogo, obrigado !

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Volta Tony, estás perdoado!

A polémica está aí!
Intencionalmente ou não, Diogo Piçarra conseguiu, com a sua "Canção do Fim" candidata ao Festival da Canção RTP/2018, reabrir a sempre polémica caixinha dos plágios (que o ano passado tanto afectou Tony Carreira).
Revelando semelhanças indubitáveis com
o tema: "Abre os meus olhos  -  dos Cânticos do Reino", por sua vez, um plágio grosseiro de "Open Our Eyes - das Maranatha Singers" a música de Diogo Piçarra, com uma originalidade muito aquém do aceitável, está ferida de morte.

Em termos musicais o Mercado falará por si,  mas a RTP - canal público não poderá deixar de se pronunciar sobre esta originalidade, confrontando-a com a (naturalmente) exigida no caderno de encargos do festival.
Esperemos, portanto, que quem controla comercialmente o nacional-cançonetismo não "obrigue" ao branqueamento deste lamentável episódio, cuja permissividade poderá(...) empurrar a polémica para o festival da Eurovisão.
E aí... a música será outra!
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Confiram:









sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Sonno qua, Freud

- Porque será que, por esta madrugada afora, depois de ter assistido (na SIC) à entrevista do meretíssimo Carlos Alexandre, sonhei com uma série que nos "colou" à televisão... pr'aí há uns 25 anos?

terça-feira, 31 de maio de 2016

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os meus tops 2015

O fim do ano está a chegar e, portanto,começa a ser hora dos balanços.
Como, por "defeito profissional", prefiro os balanços sintéticos, aqui deixo as minhas séries televisivas de eleição em 2015.
 ***** (cinco estrelas - todas elas)


domingo, 13 de setembro de 2015

Promiscuidades


Amanhã, o programa Prós e Contras da RTP, aproveitando a dúvida suscitada pelo inocente (ex-secretário de estado adjunto da Justiça) Paulo Rangel relativamente a interferências do PS junto do sistema judicial,  vai levar à antena o debate sobre a politização da Justiça. 

Ora, uma vez que, como diz a "isenta" Fátima Campos Ferreira: "temos de saber, de forma concreta, como a política influencia a justiça", sugiro que a(s) fraude(s) do BPN não passe(m) incólume(s) na abordagem dos casos promíscuos.  

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Adeus ó vai-t'embora

Por mim só devia regressar quando eu mandasse ... quanto ao resto é só esperar uns dias. Aposto que a Nelinha vai aparecer com um programa de meditação e transcendências da política nacional numa das (já) grandes cadeias televisivas concorrentes à RTP

domingo, 7 de dezembro de 2014

Ouvindo o TRio ADmira

Homenagem á imparcialidade do trio maravilha que detém o monopólio do comentário político, no horário nobre, nos três canais generalistas da televisão portuguesa.



sábado, 15 de novembro de 2014

Peniche não merecia isto (14)


Não cronometrei, mas não será difícil admitir que os apresentadores do programa Aqui Portugal, feito hoje em Peniche, terão gasto quase metade das cinco horas desta emissão a falar sobre o ligue 760200100, passatempo que roça o crime de extorsão apesar da alegada liberdade do "só participar quem quer".
Se esta praga que invadiu as televisões nacionais causasse a todos os espectadores a mesma repulsa por esta fraude audiovisual que a mim me causa, afastando-me de todo e qualquer programa assim patrocinado, os três principais canais nacionais bem que podiam discutir as suas audiências desta forma, mesmo com o inexplicável beneplácito da Anacom - (como se não bastasse a fraca qualidade da sua maioria, quer pelos temas, como pelos intervenientes)...


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

"Ó tempo volta pra trás"

Contrariamente ao que o título possa  indiciar, a minha publicação de hoje não é mais um desses apelos neo-fascistas que por aí andam, pedindo aos deuses o regresso da ditadura e a ressurreição de Salazar (que eu ainda sou dos que acredita na democracia - tal como a prima Inês tão bem escreveu um dia:
A democracia magoa, zanga-nos, dá trabalho - é como o amor. Um infinito de esperança em desilusão permanente. Do mal o menos. Antes um amor magoado do que amor nenhum. A ditadura é esse sossego do amor nenhum - os dias iguais e silenciosos.")
Dizia eu que o meu post de hoje tem a ver com esta forma agradável de visitar o nosso passado: é só clicar na imagem e (re)viver!
 

quinta-feira, 21 de março de 2013

Os grandes paineleiros!

O aperto orçamental dos principais canais da televisão nacional tem levado a dois fenómenos bem visíveis: spots de publicidade com duração de 15 minutos e programas infestados do "ligue já para o 760...... e ganhe" (um carro, uma motoreta, X euros, um fdsemana nos Farilhões, etc.)
O resto são, fundamentalmente, telenovelas. Que é o que se pode chamar aos programas sobre futebol e política e sobre política e futebol, passando, de vez em quando, por umas séries "policio-melodramáticas" produzidas em Portugal e Brasil ou num qualquer barraco mais ou menos hollywoodesco.
Neste contexto, fruto dos tempos ou do marketing partidário, canal de tv que se preze tem a sua rubrica especialmente dedicada ao estado político da nação - a que, pomposamente, chamam PAINEL e onde habitam figuras mais ou menos "importantes" da vida política nacional, consequentemente chamados de paineleiros.
É assim que ao guru Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, se vêm juntar (entre outros), Santana Lopes na Correio-da-Manhã.TV, Jorge Coelho e Marques Mendes na SIC e, soube-se hoje, o "crème de la crème: José Socrates na RTP.
Tudo gente que passou por governos de Portugal, fez o que que fez (como estamos todos a ver e a sentir)  e agora vem bitaitear baboseiras, como que a branquear as filhas-da-putice de que TODOS foram coniventes e que levaram o país ao caos actual.
Até há poucos dias, em minha opinião, esta coisa da liberdade de expressão era do melhor que a democracia tinha.  Era, porque agora, o melhor mesmo, é a liberdade de rodar o botão e calar a boca dessa paineleiragem toda.

sábado, 1 de dezembro de 2012

Droga legal

Goste-se ou não, a verdade é que hoje em dia já (quase) ninguém passa sem televisão!