Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Saúde. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

2021 - ano de merda

Este é um post de Solidariedade; solidariedade com quem perdeu entes muito queridos e amigos, com quem sofreu pelo adiamento constante do tratamento das suas doenças fora do universo Covid, com quem foi afectado por problemas da saúde silenciosos - violentadores das suas capacidades mentais - e sentiu o desprezo do Sistema pelo seu sofrimento,  solidariedade com os crentes da ciência que, mesmo respeitando todas as suas regras, foram, eles próprios e família, apanhados pelas sucessivas vagas pandémicas e serão, por certo, alvo de sequelas futuras. Solidariedade ainda, com todos os que viram empregos perdidos e projectos adiados e outras vidas completamente interrompidas, por causa dos sucessivos confinamentos de tudo o que significava bem estar - lazer, diversão, viagens, encontros de famílias/amigos, com sentimentos abruptamente reduzidos a "likes" 😘💓💋 mensagens e  fotos através desse grande, mas insensível meio comunicador das redes sociais.  

Por tudo isto 2021 foi um ano de merda! 

Mesmo considerando algumas coisas positivas que tenhamos conseguido, no final das contas, o saldo para quase todos nós é negativo. Seja por conta da pandemia e das suas consequências, seja pela incerteza que, desde agora, nos aconselhará a imaginar o Futuro

Porque precisaremos de muito trabalho para desfazer o que o mundo, e até algumas pessoas que tem poder para fazer algo, fizeram connosco esse ano (de merda), agarremo-nos ao que for verdadeiramente importante - como nossa família e nossos amigos - e a partir daí tentar construir algo que nos garanta o mínimo de paz em 2022.

domingo, 20 de junho de 2021

Voto de cristal

Grande parte da nossa vida passamo-la aprisionados a pensar nas coisas da forma em que sempre as pensámos, a cultivar ensinamentos anacrónicos e costumes e hábitos herdados por tradição.
Até que, um dia, o Destino troca-nos as voltas - com pré-aviso ou sem ele - e, desiludidos, reparamos na fraude em que vivemos por não assumirmos as (difíceis) posturas de Mudança que, sabemo-lo, nos fariam mais felizes.
Passam hoje quinze anos, beneficiei do "aviso prévio"💝e tive esse confronto com a Vida, consciente e envergonhadamente, ao mesmo tempo que impunha a mim mesmo o rigor futuro da mudança.
Tornei-me seu devoto; deixei que a alma comandasse o movimento e a verdade é que, aos poucos, sem alardes nem desencontros com o Passado, "estamos aí!"😎

Rejuvenescido e feliz, porque vivo!
 
                                         Muito obrigado!

                                                


segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Estado de guerra


Quando vamos (todos) perceber a Guerra, aliás, as guerras que enfrentamos?
Contra um vírus violento e mortífero; contra o egoísmo e o laxismo; contra quem fomenta a ignorância militante, a discórdia e a culpabilização das instituições públicas; contra quem se julga acima da Lei; contra quem nega as evidências científicas da pandemia e seus tratamentos; contra os oportunistas que falseiam dados, produtos e opiniões em prol de benefícios indevidos; contra falsas profecias, solidariedades travestidas e os versículos da hipocrisia; contra a impunidade da infracção. E, principalmente, nas batalhas anti-pandémicas, contra a luso-tendência de usar a inteligência e o conhecimento no DEPOIS, em vez de no ANTES. Portanto, acabem com os estados de emergência perfumada. Se é guerra, tem de cheirar, saber e doer como tal.

A todos! 😷

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

A guerra dos sem anos?

 "O PSD quer as Forças Armadas ao comando das operações do combate à pandemia. Não diz exatamente a que operações se refere, mas apresenta argumentos para esta proposta." (Diário Notícias 13/11/2020)

Ah pois!!! (obrigado ao psd por lançar a discussão).
Há quanto tempo ando eu a clamar que o "fdpCovid19" deveria ser tratado em regime de estado de guerra?
Nós, Portugal - país e paisanos - precisamos mesmo é de trocar a leveza das sapatilhas da moda, pelo peso das botas cardadas! Vai doer? Ah pois vai! Mas assim, acabar-se-ão as reclamações, as opinações interesseiras, as dualidades, as considerações e, extremando, as hesitações constitucionais.
Porque guerra é guerra!
E esta não é à Solnado; é real, portuguesa, europeia e mundial. 😷


sábado, 30 de maio de 2020

A nódoa, o pano e os velhos (mais uma vez)

O jornal Expresso de hoje publica uma reportagem sobre a forma e os resultados da Suécia no combate ao fdp do corona-vírus.
Antes de desenvolver o assunto, convém aqui referir que a Suécia tem 10.094 milhões de habitantes (Portugal 10.199 milhões); tem 37.800 infectados (Portugal 32.700); tem 238.800 testados (Portugal 812.400) e 4.400 mortos (Portugal 1.420).
A estratégia sueca passou pelo não confinamento - mantendo-se uma sociedade aberta
(social e economicamente) que, teoricamente, produziria a imunidade de grupo com melhores resultados epidemiológicos e económicos futuros. Em Portugal, foi o que sabemos e sofremos com confinamentos e o "stop-economia" consequente.
Face aos resultados acima expostos e, independentemente, do (bem) que o Futuro traga ao povo sueco, fica o reparo retirado desta reportagem
(ver foto) sobre a forma como o sistema sueco falhou com os seus velhos (ou idosos, se preferirem):
"A maioria das mortes ocorreu em Estocolmo, onde mais se privatizaram Lares em toda a Suécia. Há muitos actores que só procuram lucros. As pessoas têm de ir trabalhar, por terem instabilidade e contratos temporários, além de não terem formação e de as mandarem trabalhar mesmo estando doentes."
LAMENTÁVEL! Especialmente por se passar no país do primado do social...

Sem intenções politico-partidárias, mas não era suposto!




domingo, 24 de maio de 2020

Suplício de Tântalo (em full screen)


Não bastavam o vosso querer e o nosso não poder (ou vice-versa)? As leis da vida impondo-nos (ingratas) normas de carinho? Saber que, mesmo perto, não estamos lado a lado? Sentir que a melhor rede comunicativa é a pessoal? 
Não era suficiente (sobre)vivermos encurralados entre o vírus fdp e o medo? Acordar todos os dias com o sabor amargo do pesadelo? Não poder arriscar um passo na escuridão do nosso futuro?
Não chegava?
Deixam apenas ver-mo-nos, sem nos tocarmos, nem sentir o frio ou o calor de cada um de nós - como se fôssemos assassinos, de psicopatias enfermos. Como os deuses castigaram Tântalo.
Mas tem de ser assim; porque, depois, "vai ficar tudo bem"!
Talvez, para outros pais, filhos, netos, avós - de outras gerações. 
Para nós nunca mais ficará tudo bem.
Até porque, como estava, já não o estava!



domingo, 10 de maio de 2020

La si mol i mi

"Todos os dias há progressos, se Deus quiser havemos de ganhar este combate; há, sobretudo, que não perder o optimismo" (Idália)

sábado, 2 de maio de 2020

Ó Guedes, leva as mãos à cara e pensa!

Finda, há minutos, a entrevista/sic à ministra da Saúde, Marta Temido, apetece-me, apenas, lamentar duas coisas:
- Que Rodrigo Guedes Carvalho, de novo, não tenha conseguido fugir à linha editorial dos "ventiladores" instalados pelos pafianos e ressabiados que (como corajosamente insinua Rui Rio) equipam o universo Impresa;

- Que, pela evidente marcação política encomendada, inquisitória, atabalhoada de arrogância, Rodrigo Guedes Carvalho tenha deixado de ser o JORNALISTA que, a par de mais dois ou três, têm merecido a minha preferência de pivô televisivo;
Pois é, Rodrigo, vais para a gaveta onde já arquivei  Zézé Gomes Ferreira, Benardo Ferrão, Zé Rodrigues dos Santos e mais uns quantos. E, tal como escreveste no teu  livro Jogos de Raiva: "leva as mãos à cara e pensa: Como chegámos aqui?"

segunda-feira, 20 de abril de 2020

(Outras) Leituras para quem não tem mais nada que fazer

CLICAR   IMAGEM
Quanto mais tempo dura a "prisão domiciliária" a que este vírus fdp me sujeita, mais me predisponho a encontrar e perceber outras teorias, conspirativas ou não (o futuro dirá), para contrapor à teoria do "acidente/fatalidade/acaso/natureza" com que a China oficializa o seu aparecimento/propagação, a Organização Mundial de Saúde corrobora e o resto do mundo "aceita..." apesar das vozes discordantes que, pelo menos, a tentam confirmar cientificamente. 
Por isso, sempre que achar pistas interessantes que possam levar ao conhecimento de outras opiniões e teorias - suspeitosamente especulativas ou não - vou aqui partilhá-las, na tentativa de, à minha maneira, contribuir para encontrar a Verdade aceite porque óbvia e evidente, respeitando a teoria de Schopenhauer: "qualquer verdade passa por três estágios: primeiro, é ridicularizada. Segundo, é violentamente combatida. Terceiro, é aceite como óbvia e evidente"


Cuidem-se!

domingo, 12 de abril de 2020

Ver, crer e "stay at home"

Desde que conheci Boris Johnson, nunca lhe concedi qualquer simpatia, em especial, por representar fielmente as arrogância e hipocrisia racista que, na minha opinião, caracterizam os ingleses.
Por outro lado, a forma negligente como lidou com a chegada do vírus fdp ao Reino Unido - em desacordo com as recomendações da OMS e práticas dos países já afectados - que não terá sido a mais acertada
(como, infelizmente, veio a provar-se), também o "desvalorizou" na minha escala de apreciações.
Porém, já depois de ter recuado nas suas opiniões e decidido obrigar os ingleses ao mesmos sacrifícios do resto da Europa, BJ foi infectado pelo Covid19 e sujeito a internamento hospitalar durante uma semana, de onde saiu hoje, em recuperação e, como se pode verificar no vídeo que publico, francamente agradecido ao Serviço Nacional de Saúde inglês, aos seus incansáveis profissionais de saúde - enaltecendo
(naturalmente) a equipa que o tratou - maioritariamente imigrante actual ou de sua geração,  e, por fim, à população do seu país pelo esforço e sacrifício a que está e estará sujeito enquanto este inimigo da humanidade resistir.
Hoje simpatizei com BJ não porque tenha achado mudança no seu carisma, antes pela humildade de, publicamente, saber reconhecer erros próprios, de tão bem enaltecer o seu serviço público 
de saúde que inclui muitos profissionais da comunidade imigrante e pela veemência posta no querer vencer esta batalha inglesa, contribuindo para vencermos esta guerra que, sem dúvida, ficará na História como a III Guerra Mundial.


Espero que os partidos do Ressabiamento Português, através dos seus porta-vozes e franco-atiradores da comunicação social, sempre tão augados pelos exemplos "nacionalistas" da grande bretanha, percebam a língua inglesa o suficiente para entenderem BJ, particularmente na modéstia deste seu discurso e nas grandes boas referências feitas ao SNS e à comunidade imigrante.
Cuidem-se!😷 

terça-feira, 7 de abril de 2020

Lê e cuida-te

A versão em português do Manual de prevenção e controle do Covid19, segundo o doutor Wenhong Zhang - médico chinês especialista em doenças infecciosas e referência no tratamento do novo coronavírus, foi oficialmente publicada no Brasil e passou a estar disponível gratuitamente pela internet em formato PDF (basta clicar acima, no título do manual) , explicando o novo coronavírus em linguagem corrente, dando muitas informações úteis sobre os comportamentos fundamentais a adoptar para a nossa  protecção individual e colectiva no quotidiano.
Publicado no Brasil, mas em língua portuguesa; portanto, bora lá saber mais qualquer coisa sobre o fdp que nos vem obrigando a viver uma vida que não é a nossa!

quarta-feira, 1 de abril de 2020

O cocktail da Esperança

Vivemos tempos que, inexoravelmente, reclamam de nós forças para menosprezar medos, superar egoísmos, reagir a indiferenças e fazer da solidariedade profissão de fé.
A grande batalha diária por que passa a nossa sobrevivência exige-nos uma grande dose de Esperança - derivada de fés materiais e/ou espirituais, ou assente, simplesmente, em vivências e pragmatismos.
(Ainda)
Não sabemos quando, nem como. Sabemos apenas que QUEREMOS, muito, ficar TODOS BEM!
Haja Esperança, pois!
[
"A esperança é um alimento da nossa alma, ao qual se mistura sempre o veneno do medo" (Voltaire)]

domingo, 29 de março de 2020

Domingo, dia de tomar banho e ... (de ESPERANÇA)

O realizador Pedro Varela e o seu amigo, cantor e compositor, Flávio Cristóvam decidiram unir forças e fazer uma obra que se está a tornar num hino de Esperança. 
"Nestes tempos estranhos, em que todos nos encontramos um pouco assombrados pela ansiedade, procuramos dentro de nós a melhor forma de a combater; esta é a minha pequena tentativa de mandar um grito de Esperança para todos aqueles que neste momento mais precisam.
Fiquem bem. Separados lutamos, juntos resistimos. Um abraço a todos"[Flávio Cristóvam (Açores)]





sábado, 21 de março de 2020

Lavagens

Praticamente decorrida a primeira semana de Isolamento Voluntário, tenho procurado atenuar os meus medos, visitando a História nos seus mais trágicos acontecimentos, na busca de finais mais ou menos felizes que o vislumbrado pelo que o Destino parece reservar-nos se a Ciência (a minha grande esperança do momento) não conseguir, rapidamente, matar o fdp do CoronaVirus. 
Entretanto, ao mesmo tempo que leio, ouço e vejo muitas informações e opiniões sobre a pandemia que vem ferindo gravemente a Humanidade, vão-me ocorrendo pensamentos como:
- Será que ainda não percebemos que, se não mudarem os comportamentos egocêntricos das nações, depois do covid19, nada será como dantes?
- Será que ainda não percebemos que o MUNDO poderá entrar em recessão económica?
- Será que o pessimismo depressivo crescente, que vai tomando conta de nós na mesma proporção das quarentenas que se forem cumprindo, não nos fará bem pior que o vírus (ainda) à solta?
- Será que o omnipresente e miserável pensamento tão lusitano de que "a culpa é sempre do outro" vai continuar a gerir as nossas opinações, sentimentos e, pior, comportamentos?
Conselho: visitem a História dos primeiros 20/30 anos do século passado: as guerras e as suas consequências, as epidemias, as solidariedades, etc. Depois, se ainda tiverem paciência (re)leiam "A peste" de Albert Camus.
Eu (espero bem) fico aqui à vossa disposição para o resto, querendo muito confiar em Camus quando defendeu: “há nos homens mais coisas dignas de admiração do que de desprezo”.
Lavemos as mãos - não a responsabilidade!

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Caras ou Coronas... ou como ser português é uma infecção crónica

Mais uma vez, parece que os dirigentes públicos deste país desconhecem os seus compatriotas: na sua forma mais crua de ser (viver, pensar, sentir, etc.). Se assim não fosse, nesta sua recente entrevista ao Expresso, Graça Freitas, directora geral de Saúde, teria sido muito mais comedida no relacionamento dos números do CoronaVírus, tal como, aliás, acaba de fazer, há momentos, em conferência de imprensa onde emendou "afasto a hipótese de o novo coronavírus vir a infectar um milhão de portugueses, já que os dados que existem neste momento vindos da China são "mais favoráveis". 
O problema é que ao actual clima de desestabilização política, liderado pelos desesperados  ressabiados-do-centro-direita português, aproveita este desconhecimento sociológico para dar asas ao seu oportunismo político-ideológico, logo explorado, também, por razões de natureza mercantilista e não só, como fez o jornal Expresso ao manobrar os dados da comunicação oficial e, legitimamente, optar antes pelo pior dos números para a sua cacha alarmista: Graça Freitas (DGS)admite um milhão de infetados pelo Codiv19 em Portugal.
E é este o nosso País, crónica e historicamente infectado - pelo povo que somos, os partidos de que dispomos, os políticos que neles militam, os governantes que nos impõem e a comunicação social que temos.
A vacina, sabe-se, passa pela massificação da Educação e Cultura . Mas sempre temos
(todos) preferido(...) os antibióticos de ocasião disponibilizados pelos lobbies da saúde político-partidária, sempre mais interessada nos seus patronos que no real bem estar das gentes, o que, fundamentalmente, passa por cada um saber como viver e à sua escolha.    

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Por falar em... envelhecimento

Porque o Saber não ocupa lugar, a partir de hoje vou aqui partilhar algumas das minhas (re)aprendizagens - com a ajuda do dr. Júlio Machado Vaz e seus convidados - sobre alguns dos temas mais interessantes relacionados com o ser humano.
Bom proveito!



terça-feira, 16 de julho de 2019

O (en)Cantar do galo


Nas últimas dez semanas cruzámo-nos pr'aí meia centena de vezes - sempre muito respeitosamente; de tal forma que nunca mais fui capaz de pensar sequer em arroz de cabidela.
É claro que este tipo de "affaires" vai criando dependências e, dia de visita em que a demora do encontro era inabitual, eu já não me sentia bem. Entretanto, hoje, à saída (com boas expectativas no bolso), passando por ele saquei do smartphotofone e em jeito de despedida foquei-o enquanto silenciosamente gritava: "até à daqui a três meses, galaró!"
E, querem saber? Não é que o bicho, parecendo reconhecer-me, esticou o pescoço e em bicos de pata cantarolou - no seu tom mais melodioso - uma sinfonia de cinco ou seis notas galináceas que eu tomei como um afectuoso voto de felicidades.
... e de (muita) esperança! 

terça-feira, 16 de abril de 2019

Coulrofobia


Senta-se em frente do médico e diz que está deprimido; que a vida lhe parece cada vez mais dura e cruel. Conta que se sente só, num mundo ameaçador onde o que se anuncia é vago e incerto.
Serenamente, o médico aconselha-o:
- O tratamento é simples; o grande circo está na cidade, assista ao espectáculo - especialmente ao número do palhaço, ele vai animá-lo!
Desfazendo-se em lágrimas. o homem responde:
- Mas, doutor... esse palhaço sou eu!


domingo, 13 de janeiro de 2019

Velho não: reciclável

Apesar de não ser fácil, a "vida de reformado" - normalmente atingida entre os 60  e os 65 anos - não pode ter como única preocupação o passar dos dias e a sobrevivência: antecipando um "finalcountdown" triste, cinzento, isolacionista - de porta aberta a uma morte precoce. Há (muito) mais vida para além disso.


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

The godbayer

A Organização Mundial de Saúde, através da sua estrutura especializada IARC - Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro sediada em França, declarou o glifosato (junto com outros pesticidas organofosforados) como "carcinogénio provável para o ser humano".
Entretanto, a QUERCUS reafirma-o como o herbicida mais vendido em Portugal.
Enquanto isso a MONSANTO - empresa (Bayer) produtora do glisofato - num dos oito mil confrontos com a Justiça americana, foi,  para já, condenada ao pagamento de uma indemnização de 250 milhões de €uros. 
Como vão surgindo cada vez mais relatórios e cientistas confirmando a ligação entre este herbicida e outros problemas de saúde e a sua presença em alimentos geneticamente modificados, e tal como aconteceu no caso do tabaco, não será tempo de juntar os esforços (produtores/consumidores) no sentido de  se minimizarem tão graves efeitos nocivos à Saúde Pública?